Este trabalho é sobre a minha colecção de livros favorita, e que é AS BRUMAS DE AVALON, da autora Marion Zimmer Bradley.
Descobri o primeiro livro desta colecção por acaso, na biblioteca de Vila Franca de Xira. Quando o comecei a ler, fiquei fascinada com a história, com as personagens e com toda a envolvência mística do livro.
Quando fui devolver o livro, descobri que, afinal, não era apenas um, mas uma colecção de 5 livros. Li-os todos, e comecei à procura em várias livrarias para ver se conseguia comprar toda a colecção.
Um dia, por acaso, entrei numa livraria em Vila Franca, e lá estavam os cinco livros que eu tanto procurava. Nem é preciso dizer que os comprei de imediato. No ano passado, encontrei no Jumbo de Alverca o primeiro livro da colecção, que também comprei.
Estes livros são fascinantes, porque têm como base a lenda do Rei Arthur, mas contada sob a perspectiva das mulheres. Mas não eram umas simples mulheres, eram sacerdotisas, que prestavam culto a uma Deusa. Elas usavam a magia e as visões para tentarem conduzir os acontecimentos mundanos de acordo com os desejos da sua Deusa. Toda a história passa-se na Inglaterra, na França e na ilha rodeada de brumas, que tinha o nome de Avalon
Os primeiros livros descrevem em pormenor como foi preparado e engendrado o nascimento do Rei Arthur. Os três últimos livros já contam a vida de Arthur que, depois de casado, abandona o culto da Deusa para passar a ser católico, fazendo a vontade à sua mulher Guinevere.
Há pouco tempo descobri na internet que o lugar, onde se julga um dia ter existido a ilha mágica de Avalon, ainda existe e que ainda há algumas pessoas a seguirem o antigo culto pagão, mas agora com o nome de wicca.
A religião retratada nestes livros era muito virada para a natureza, respeitando e celebrando as suas várias vertentes, como as estações do ano e as fases da lua, que se acreditava terem uma grande influência nas marés oceânicas, mas também nos ciclos férteis das mulheres.
Esta religião fascina-me porque dá uma importância vital às mulheres, e não as considera portadoras do pecado, como a religião católica e, para mim, as mulheres eram, são e serão sempre o pilar da vida e da sociedade.


Descobri o primeiro livro desta colecção por acaso, na biblioteca de Vila Franca de Xira. Quando o comecei a ler, fiquei fascinada com a história, com as personagens e com toda a envolvência mística do livro.
Quando fui devolver o livro, descobri que, afinal, não era apenas um, mas uma colecção de 5 livros. Li-os todos, e comecei à procura em várias livrarias para ver se conseguia comprar toda a colecção.
Um dia, por acaso, entrei numa livraria em Vila Franca, e lá estavam os cinco livros que eu tanto procurava. Nem é preciso dizer que os comprei de imediato. No ano passado, encontrei no Jumbo de Alverca o primeiro livro da colecção, que também comprei.
Estes livros são fascinantes, porque têm como base a lenda do Rei Arthur, mas contada sob a perspectiva das mulheres. Mas não eram umas simples mulheres, eram sacerdotisas, que prestavam culto a uma Deusa. Elas usavam a magia e as visões para tentarem conduzir os acontecimentos mundanos de acordo com os desejos da sua Deusa. Toda a história passa-se na Inglaterra, na França e na ilha rodeada de brumas, que tinha o nome de Avalon
Os primeiros livros descrevem em pormenor como foi preparado e engendrado o nascimento do Rei Arthur. Os três últimos livros já contam a vida de Arthur que, depois de casado, abandona o culto da Deusa para passar a ser católico, fazendo a vontade à sua mulher Guinevere.
Há pouco tempo descobri na internet que o lugar, onde se julga um dia ter existido a ilha mágica de Avalon, ainda existe e que ainda há algumas pessoas a seguirem o antigo culto pagão, mas agora com o nome de wicca.
A religião retratada nestes livros era muito virada para a natureza, respeitando e celebrando as suas várias vertentes, como as estações do ano e as fases da lua, que se acreditava terem uma grande influência nas marés oceânicas, mas também nos ciclos férteis das mulheres.
Esta religião fascina-me porque dá uma importância vital às mulheres, e não as considera portadoras do pecado, como a religião católica e, para mim, as mulheres eram, são e serão sempre o pilar da vida e da sociedade.


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