segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Mãezinha

Faz hoje dois anos e sete meses que partiste, a dor acalmou, mas a saudade aumentou, e não sei o que fazer com ela.
Ajuda-me!!!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Este texto é uma homenagem à minha mãe.
A minha mãe nasceu em Vila Franca de Xira. Aos 15 anos conheceu o meu pai, um alentejano chegado há pouco tempo de Estremoz. Começaram a namorar e, quando a minha mãe tinha 16 anos, engravidou. Dois meses antes de a minha mãe fazer os 17 anos, nasceu a minha irmã mais velha.
Apenas dois anos e meio depois, nasci eu. Quando eu tinha três anos, nasceu o meu irmão. Aos 25 anos, a minha mãe teve a sua última filha.
Com quatro filhos para cuidar, a minha mãe nunca trabalhou fora de casa, dedicando-se totalmente à educação dos filhos.
Era muito bom chegar a casa depois da escola e ter a mãe em casa, sempre com um carinho e muita atenção para dar.
Quando a minha mãe tinha 41 anos, foi avó pela primeira vez. A minha irmã mais velha deu à luz uma menina encantadora, mas, nesse ano, pela altura do Natal, recebemos uma notícia terrível: a minha mãe tinha cancro no colo do útero.
No inicio de 2005, a minha mãe começou a ser tratada no IPO de Lisboa. Primeiro, fez radioterapia e quimioterapia. A radioterapia era todos os dias e a quimioterapia uma vez por semana, como, nessa altura, eu estava desempregada, ia com ela todos os dias.
Como estes tratamentos não fizeram efeito, em Abril, a minha mãe foi sujeita a uma histerectomia radical.
Depois da operação, tudo estabilizou, até Novembro. Nessa altura, a médica mandou-a fazer uma ressonância magnética e descobriu que o cancro voltara a aparecer, mas agora nas paredes da vagina. Nesta altura, a minha mãe começou a ter problemas de estômago, ficou internada e fizeram-lhe uma biopsia, onde descobriram que o cancro já se tinha espalhado para o estômago.
Quando a médica falou connosco, disse-nos que o cancro se tinha espalhado e que já não havia muito a fazer. Nessa semana, a minha mãe começou novamente a fazer quimioterapia, mas, desta vez, era mais agressiva e começou-lhe a cair o cabelo, as sobrancelhas e as pestanas.
A partir daqui, ela passou a estar quase sempre no hospital, pois não conseguia comer. Em Fevereiro, os rins pararam e os médicos colocaram-lhe uns pequenos tubos ligados a dois sacos para extrair a urina.
A minha mãe foi piorando e, no dia 18 de Abril, foi para o hospital. Quando lá chegámos, a médica disse-nos que era melhor ela lá ficar, porque já estava muito mal, e preparou-nos para o pior.
No dia 23 de Abril, um domingo, eu estava a trabalhar e não pude ir ao hospital, mas, por volta das 18 horas, liguei para a minha irmã que me disse que a minha mãe estava muito pior. Eu larguei o trabalho e fui vê-la. Quando lá cheguei, ela já estava num quarto sozinha, a receber oxigénio, e com muito líquido nos pulmões. Estive ao pé dela até às nove e meia da noite. Quando me despedi, senti que talvez fosse a última vez que a via com vida, e foi.
No dia seguinte, às 7 da manhã, chegou a notícia que a minha mãe tinha morrido às 23:30 do dia anterior.
Foi terrível ter perdido a minha mãe desta forma, mas ficaram as boas recordações. Ela sempre foi uma grande mãe, dedicada, carinhosa, compreensiva, que sempre lutou pelo bem-estar físico e psicológico dos filhos.
Por isso, para ti, mãezinha, fica esta mensagem:
OBRIGADA PELO AMOR, PELO CARINHO E PELA DEDICAÇÃO.SÃO PARA TI ESTAS ROSAS


Este trabalho é sobre a minha colecção de livros favorita, e que é AS BRUMAS DE AVALON, da autora Marion Zimmer Bradley.
Descobri o primeiro livro desta colecção por acaso, na biblioteca de Vila Franca de Xira. Quando o comecei a ler, fiquei fascinada com a história, com as personagens e com toda a envolvência mística do livro.
Quando fui devolver o livro, descobri que, afinal, não era apenas um, mas uma colecção de 5 livros. Li-os todos, e comecei à procura em várias livrarias para ver se conseguia comprar toda a colecção.
Um dia, por acaso, entrei numa livraria em Vila Franca, e lá estavam os cinco livros que eu tanto procurava. Nem é preciso dizer que os comprei de imediato. No ano passado, encontrei no Jumbo de Alverca o primeiro livro da colecção, que também comprei.
Estes livros são fascinantes, porque têm como base a lenda do Rei Arthur, mas contada sob a perspectiva das mulheres. Mas não eram umas simples mulheres, eram sacerdotisas, que prestavam culto a uma Deusa. Elas usavam a magia e as visões para tentarem conduzir os acontecimentos mundanos de acordo com os desejos da sua Deusa. Toda a história passa-se na Inglaterra, na França e na ilha rodeada de brumas, que tinha o nome de Avalon
Os primeiros livros descrevem em pormenor como foi preparado e engendrado o nascimento do Rei Arthur. Os três últimos livros já contam a vida de Arthur que, depois de casado, abandona o culto da Deusa para passar a ser católico, fazendo a vontade à sua mulher Guinevere.
Há pouco tempo descobri na internet que o lugar, onde se julga um dia ter existido a ilha mágica de Avalon, ainda existe e que ainda há algumas pessoas a seguirem o antigo culto pagão, mas agora com o nome de wicca.
A religião retratada nestes livros era muito virada para a natureza, respeitando e celebrando as suas várias vertentes, como as estações do ano e as fases da lua, que se acreditava terem uma grande influência nas marés oceânicas, mas também nos ciclos férteis das mulheres.
Esta religião fascina-me porque dá uma importância vital às mulheres, e não as considera portadoras do pecado, como a religião católica e, para mim, as mulheres eram, são e serão sempre o pilar da vida e da sociedade.

Este trabalho é sobre o cancro do colo do útero. Eu escolhi este tema porque, em Abril de 2006, a minha mãe morreu vítima deste cancro.
O colo do útero liga a vagina ao útero. O colo permanece fechado até ao momento do parto. Aí, ele dilata-se para permitir a passagem do bebé.
O cancro do colo do útero é o único provocado por um vírus, que é o HPV. Este vírus é transmitido de pessoa para pessoa, através do contacto sexual. As infecções por HPV são muito frequentes, e já quase todas as pessoas em idade adulta estiveram, por uma vez, em contacto com este vírus. É por isso muito importante que todas as mulheres se submetam ao rastreio do cancro do colo do útero, que é feito através de uma simples citologia.
FACTORES DE RISCO
Existem alguns factores de risco que podem fazer com que uma mulher tenha mais possibilidades de contrair cancro no colo do útero. Eles são:
Ø não realizar o exame do papanicolau regularmente: este simples exame permite detectar células pré-cancerígenas, o que, com tratamento, previne o cancro. Este exame deve ser realizado uma vez por ano, em mulheres com uma vida sexual activa;
Ø sistema imunitário enfraquecido: as mulheres portadoras de VIH (o que provoca SIDA), ou sob medicação que inibe o sistema imunitário, correm mais riscos de ter cancro no colo do útero;
Ø a idade: as mulheres com mais de quarenta anos têm mais possibilidade de ter cancro no colo do útero;
Ø história sexual: mulheres que tenham muitos parceiros sexuais, ou que tenham um parceiro que tenha tido muitas parceiras, apresentam um maior risco de contrair cancro;
Ø as mulheres infectadas com HPV, e que tenham muitos filhos, têm mais possibilidade de ter cancro no colo do útero;
Ø tomar a pílula por longos períodos de tempo (5 anos ou mais) pode, em mulheres infectadas por HPV, aumentar o risco de desenvolver cancro no colo do útero.
SINTOMAS
As alterações pré-cancerígenas não provocam sintomas, estes ocorrem apenas quando a doença já está muito avançada, e podem ser:
Ø hemorragia vaginal anormal (hemorragias entre períodos menstruais, hemorragia depois das relações sexuais, hemorragias depois da menopausa);
Ø aumento do corrimento vaginal;
Ø dor pélvica;
Ø dor durante as relações sexuais.
Formas de diagnóstico
Para fazer o diagnóstico, o médico pode usar vários métodos. Aqui apresento alguns deles:
Ø colposcopia: é utilizado um colposcópio para analisar o colo do útero. Este aparelho tem uma luz brilhante e uma lente de aumento, que permite ver em pormenor os tecidos do colo do útero;
Ø biopsia: o médico recolhe tecido para ser visto por um patologista, o qual procura a existência de células pré-cancerígenas ou cancerígenas;
Ø biopsia em cone: o médico recolhe uma amostra de tecido em forma de cone, o que permite observar se existem células anómalas no tecido abaixo da superfície do colo do útero.
Este meio pode ainda ser usado para remover uma zona pré-cancerígena.


Determinar o avanço da doença

Estádio 0- O cancro é detectado apenas na camada superior do tecido que reveste o colo. É também chamado de carcinoma in situ.
Estádio 1- O cancro invadiu os tecidos abaixo da camada superior de células do colo.
Estádio 2- O cancro já se disseminou para os tecidos adjacentes. Estendeu-se à parte superior da vagina, mas ainda não atinge a parede pélvica.
Estádio 3- O cancro já atingiu a parte inferior da vagina e pode, também, ter-se disseminado para a parede pélvica e para os gânglios linfáticos adjacentes.
Estádio 4- O cancro disseminou-se para a bexiga, para o recto ou para outras regiões.
Cancro recorrente – Ocorre quando um cancro já tratado volta a aparecer. Esta recidiva pode ocorrer no mesmo local do corpo, ou noutro completamente diferente.

Conclusão
É muito importante que todas as mulheres façam regularmente o rastreio contra o cancro do colo do útero. Uma anomalia pode ser tratada precocemente sem deixar sequelas, mas um cancro em estado avançado pode matar.
Na Europa, este cancro é a segunda causa de morte nas mulheres entre os 15 e os 44 anos, sucedendo ao cancro da mama. Todos os dias morrem, na Europa, 40 mulheres vítimas deste cancro.
Por todas estas razões, proteja-se. Existe actualmente uma campanha de prevenção que conta com folhetos, um CD de música feminina e um site na internet. Esta campanha chama-se PASSA A PALAVRA (www.passaapalavra.com).
Este trabalho é sobre o cancro do colo do útero. Eu escolhi este tema porque, em Abril de 2006, a minha mãe morreu vítima deste cancro.
O colo do útero liga a vagina ao útero. O colo permanece fechado até ao momento do parto. Aí, ele dilata-se para permitir a passagem do bebé.
O cancro do colo do útero é o único provocado por um vírus, que é o HPV. Este vírus é transmitido de pessoa para pessoa, através do contacto sexual. As infecções por HPV são muito frequentes, e já quase todas as pessoas em idade adulta estiveram, por uma vez, em contacto com este vírus. É por isso muito importante que todas as mulheres se submetam ao rastreio do cancro do colo do útero, que é feito através de uma simples citologia.
FACTORES DE RISCO
Existem alguns factores de risco que podem fazer com que uma mulher tenha mais possibilidades de contrair cancro no colo do útero. Eles são:
Ø não realizar o exame do papanicolau regularmente: este simples exame permite detectar células pré-cancerígenas, o que, com tratamento, previne o cancro. Este exame deve ser realizado uma vez por ano, em mulheres com uma vida sexual activa;
Ø sistema imunitário enfraquecido: as mulheres portadoras de VIH (o que provoca SIDA), ou sob medicação que inibe o sistema imunitário, correm mais riscos de ter cancro no colo do útero;
Ø a idade: as mulheres com mais de quarenta anos têm mais possibilidade de ter cancro no colo do útero;
Ø história sexual: mulheres que tenham muitos parceiros sexuais, ou que tenham um parceiro que tenha tido muitas parceiras, apresentam um maior risco de contrair cancro;
Ø as mulheres infectadas com HPV, e que tenham muitos filhos, têm mais possibilidade de ter cancro no colo do útero;
Ø tomar a pílula por longos períodos de tempo (5 anos ou mais) pode, em mulheres infectadas por HPV, aumentar o risco de desenvolver cancro no colo do útero.
SINTOMAS
As alterações pré-cancerígenas não provocam sintomas, estes ocorrem apenas quando a doença já está muito avançada, e podem ser:
Ø hemorragia vaginal anormal (hemorragias entre períodos menstruais, hemorragia depois das relações sexuais, hemorragias depois da menopausa);
Ø aumento do corrimento vaginal;
Ø dor pélvica;
Ø dor durante as relações sexuais.
Formas de diagnóstico
Para fazer o diagnóstico, o médico pode usar vários métodos. Aqui apresento alguns deles:
Ø colposcopia: é utilizado um colposcópio para analisar o colo do útero. Este aparelho tem uma luz brilhante e uma lente de aumento, que permite ver em pormenor os tecidos do colo do útero;
Ø biopsia: o médico recolhe tecido para ser visto por um patologista, o qual procura a existência de células pré-cancerígenas ou cancerígenas;
Ø biopsia em cone: o médico recolhe uma amostra de tecido em forma de cone, o que permite observar se existem células anómalas no tecido abaixo da superfície do colo do útero.
Este meio pode ainda ser usado para remover uma zona pré-cancerígena.


Determinar o avanço da doença

Estádio 0- O cancro é detectado apenas na camada superior do tecido que reveste o colo. É também chamado de carcinoma in situ.
Estádio 1- O cancro invadiu os tecidos abaixo da camada superior de células do colo.
Estádio 2- O cancro já se disseminou para os tecidos adjacentes. Estendeu-se à parte superior da vagina, mas ainda não atinge a parede pélvica.
Estádio 3- O cancro já atingiu a parte inferior da vagina e pode, também, ter-se disseminado para a parede pélvica e para os gânglios linfáticos adjacentes.
Estádio 4- O cancro disseminou-se para a bexiga, para o recto ou para outras regiões.
Cancro recorrente – Ocorre quando um cancro já tratado volta a aparecer. Esta recidiva pode ocorrer no mesmo local do corpo, ou noutro completamente diferente.

Conclusão
É muito importante que todas as mulheres façam regularmente o rastreio contra o cancro do colo do útero. Uma anomalia pode ser tratada precocemente sem deixar sequelas, mas um cancro em estado avançado pode matar.
Na Europa, este cancro é a segunda causa de morte nas mulheres entre os 15 e os 44 anos, sucedendo ao cancro da mama. Todos os dias morrem, na Europa, 40 mulheres vítimas deste cancro.
Por todas estas razões, proteja-se. Existe actualmente uma campanha de prevenção que conta com folhetos, um CD de música feminina e um site na internet. Esta campanha chama-se PASSA A PALAVRA (www.passaapalavra.com).
Este trabalho é sobre Vila Franca De Xira, a cidade onde eu nasci.
O nome Vila Franca de Xira data do século XIV e resulta da junção de duas povoações: “Vila Franca”, porque adoptou o modelo das feiras francas trazido pelos cruzados, e “ Xira”, que vem do árabe “Sira”, e que significa “Lezíria”
Vila Franca é uma cidade que fica a 29 km de Lisboa, e está situada na margem direita do rio Tejo. É uma cidade conhecida pela sua tradição tauromáquica, pelas lezírias e pelas suas festas, algumas delas centenárias, tais como a Feira do Artesanato, que ocorre no primeiro fim-de-semana de Outubro, o Colete Encarnado, que se realiza em Julho, e comemorou este ano o 75º aniversário, a Feira do Cavalo, que se realiza em Maio, e, por último, a Feira do Melão, que acontece em Agosto, e em que as frutas são trazidas das lezírias para o jardim da cidade de barco. Existem ainda outras festas mais recentes e que são: a Xira infantil; a Festa das Flores, vocacionada para a população mais idosa do concelho.
Em Vila Franca existem, para além da população urbana, quatro grupos étnicos, uns originários da zona, e outros aqui estabelecidos há muitas décadas. Estes grupos são:
os campinos - são trabalhadores rurais, a sua principal função é tomar conta do gado bravo e do gado cavalar, e que devem o seu nome às campinas (lezírias); são um povo autóctone;
os varinos - são pescadores originários de Murtosa, Ovar e Meruge;
os avieiros- são pescadores originários de Vieira de Leiria;
os gaibéus e ratinhos - são trabalhadores rurais originários das Beiras e do Alentejo.

As lezírias de Vila Franca são muito férteis. Nelas se produz trigo, cevada, milho, girassol, mas também tomate melão e melancia, havendo já referência a estas culturas nos registos paroquiais de 1758.Nas lezírias cria-se também muito gado bravo e cavalos.
Este trabalho é sobre a experiência mais emocionante e bonita que já vivi em toda a minha vida, e que foi o nascimento da minha sobrinha mais nova.
Sempre acompanhei a segunda gravidez da minha irmã desde o início, tal como aconteceu na sua primeira gravidez, mas a primeira menina nasceu de madrugada e, como tal, não estava lá ninguém com ela. Mas, da segunda vez, tudo aconteceu de manhã.
Na manhã do dia 18 fui ter com a minha irmã, à sua casa, e ela já tinha algumas contracções que, apesar de irregulares, eram muito fortes. Por volta das onze da manhã, fomos para o hospital, ela entrou e, passado um pouco, a enfermeira chamou-me e disse-me que ela iria ficar internada, mas que ainda faltava muito para a menina nascer.
Liguei ao meu cunhado, que logo largou o trabalho e foi para o hospital. Ao meio dia, a parteira veio pedir-me a roupa para a menina, mas disse que ainda faltava um pouco.
Ao meio-dia e quarenta, apareceu à porta uma enfermeira, para perguntar se queríamos ir assistir ao nascimento. O meu cunhado disse que não, mas eu fui, com o coração a bater na boca. Quando entrei na sala, disseram-me para ficar na cabeceira da cama. Eu fiquei a segurar na mão da minha irmã e a dar-lhe força. Foi uma emoção indescritível quando vi a cabeça da minha menina pela primeira vez. Quando ela saiu totalmente, caiu-me o coração aos pés, pois ela vinha completamente roxa, mas a parteira foi espectacular e fez com que ela começasse imediatamente a chorar. Depois, levaram-na para a vestir, e eu fiquei ao pé da minha irmã que estava ainda preocupada com a menina, e só fazia era perguntar se ela estava bem.
Quando saí da sala, ainda estava impressionada com o que tinha acabado de acontecer. Ver nascer uma criança é algo de maravilhoso, mais ainda quando é uma sobrinha muito querida, que depois passou a ser também minha afilhada. Ainda hoje, quando penso naquele momento, fico emocionada e, apesar de ter um grande amor pela minha sobrinha mais velha, sinto uma ligação especial com a Inês.