Nelas podemos observar a História dos vários povos que passaram pelo médio oriente, bem como a influência destes povos no mundo ocidental.
Existem também exposições dedicadas às mulheres muçulmanas, à água, elemento fundamental para estes povos que habitavam no deserto, à caligrafia árabe e às peregrinações às terras santas.
Eu decidi fazer este trabalho sobre a arte árabe, porque tudo o que é árabe sempre me fascinou, desde a língua até à cultura.
MUSEU SEM FRONTEIRAS

Os OMEIAS: A arte omeia é uma combinação de estilos e de motivos decorativos tomados de diversas tradições artísticas.
Reformas administrativas;
Patrocínio oficial;
A formação da arte islâmica;
Súbditos cristãos sob governo Omeia;
Cerimónias e passatempos cortesãos.

Os Abássidas: A arte e a arquitectura islâmicas tiraram partido da grande variedade de culturas regionais abássidas e dos seus grupos étnicos e sociais.
Os Aglábidas, escudo da dinastia Abássida;
O Egipto Abássida;
Al-Raqqa, capital do califa Harun Al-Rashid;
Gestão da prosperidade;
A cerâmica Abássida.

OS FATIMIDAS: Os Fatimidas sonhavam criar um califado xiita no coração do mundo islâmico; governaram um império célebre tanto pela sua administração política como pelo seu esplendor artístico
A mesquita e o palácio;
Prazeres e celebrações na corte;
As mulheres do trono: as netas de Fátima Al-Zahra;
O esplendor no vestir: o tiraz e os trajes da época;
As artes decorativas.
OS ATABEGS E OS AYYUBIDAS: Saladino, que deu o nome à dinastia, chegou ao pod
er em finais do século XIIA vida na corte;
A vida religiosa;
As madraças e a educação;
Viagens e comércio;
Guerra e equitação.
OS MAMELUCOS: Os mamelucos, que na origem foram um exército de escravos às
ordens dos soberanos muçulmanos, criaram um império que foi uma das maiores potências do Islão durante quase 300 anos.O sistema Mameluco;
O sultão e a sua corte;
A vida quotidiana no sultanato Mameluco;
O Cairo, Damasco e Jerusalém, centros de vida intelectual;
Os Mamelucos no mundo: a diplomacia e o comércio internacional.
OS OTOMANOS: Os otomanos, originalmente um pequeno emirado do Noroeste da Anatólia, converteram-se com o tempo num dos maiores impérios islâmicos da História.
Arte Turco-Islâmica na Anatólia pré-otomana;

A vida na corte;
O palácio e as cortes;
A cultura dos prazeres da mesa;
Exportação de luxo;
Guardiães dos lugares santos;
Arte nos espaços de oração;
A linguagem visual do poder;
A capital Otomana: Istambul;
A arte fora da capital.
O OCIDENTE MUÇULMANO: Apesar de estar fortemente integrado no conjunto da civilização muçulmana, o Ocidente islâmico manteve sempre, desde o Atlântico até ao estreito da Sicília, uma inegável especificidade.

A arte andaluzo-magrebina;
A defesa;
Espaços do poder: as construções palatinas;
A corte;
As jóias: riqueza, prestígio e protecção;
Povoamento e vida doméstica;
A mesquita, espaço de oração;
As lápides funerárias, memória na pedra;
Ciência e saber;
Coexistência das três culturas.

A PEREGRINAÇÃO: que conduz os crentes aos lugares sagrados e à realização espiritual é, talvez, o elemento emocionalmente mais profundo da prática religiosa de judeus, cristãos e muçulmanos.
Rotas de peregrinação e lugares santos;
O Haraam de Meca e a Kaaba;
Em busca da Baraka: a peregrinação a Jerusalém e à Palestina;
A terra santa das três religiões.

AS MULHERES: O Islão sempre atribuiu às mulheres uma posição plena na sociedade. As mulheres muçulmanas sempre contribuíram activamente, quer no desenvolvimento das suas culturas no lar, quer profissionalmente, como benfeitoras de causas de caridade, quer nas artes.
Mulheres muçulmanas benfeitoras;
Profissionais, artesãs e artistas;
Vestuário e joalharia;

Vida privada das mulheres muçulmanas.
A ÁGUA: «… e da água fizemos todos os seres vivos».
A gestão da água;
A água e a vida quotidiana;
O uso da água para consumo e higiene.
A CALIGRAFIA ÁRABE: «Deus disse ao Profeta: “Recita! Tu Senhor és munificente que, por meio do cálamo, ensinaste ao homem o que ele não sabia” (Alcorão, 96: 2-5.)».

As escolas de caligrafia;
O sagrado Alcorão;
A escrita Cúfica;
A caligrafia monumental;
A civilização da palavra.
ARTE FIGURATIVA: As figuras humanas e os animais surgem na arte e na arquitectura islâmicas desde o seu início, aparecendo de forma continuada em todos os meios de expressão e em diversas épocas e regiões.
A representação humana;
A representação de animais.
ECOS DO PARAÍSO: JARDINS E FLORA NA ARTE ISLÂMICA:
Na civilização islâmica, o jardim e a sua vegetação foram sempre símbolos da beleza da criação divina e da al-yanna, o paraíso islâmico.Visões do jardim celeste e da árvore da vida;
A função de flores e plantas concretas;
Flora e arabescos: expressões da eternidade e da unidade divina.

DECORAÇÃO GEOMÉTRICA: Os artistas muçulmanos não foram os grandes criadores da decoração geométrica, uma vez que se basearam nas artes romana, bizantina, persa e berbere, mas desenvolveram-na e levaram-na à sua plenitude.
A decoração geométrica nos recipientes de cerâmica;
A decoração geométrica nos têxteis;
A decoração geométrica na arquitectura;
A decoração geométrica na arte do livro.
AL-FRANJ, OS CRUZADOS NO LEVANTE: «Até ao século XX, o Próximo Oriente n
ão voltou a viver um período semelhante de contacto directo com o Ocidente».A peregrinação à terra santa;
A viagem de um Minbar;
A cultura no reino cruzado de Jerusalém;
Saladino na terra santa;
Dois sultões Mamelucos contra os Francos.
OS NORMANDOS NA SICÍLIA: O reino normando da Sicília herda dos árabes um patr
imónio cultural e uma civilização que, fundindo-se com o legado das culturas grega, latina e bizantina, lança a primeira semente do Renascimento italiano.Arte e arquitectura régias;
As comunidades islamizadas antes e depois da conquista normanda;
A Sicília islâmica e a cultura figurativa: vestígios e continuidade.
A ARTE MUDÉJAR: A arte mudéjar é fruto de circunstâncias históricas que ocorreram a
penas na Península Ibérica durante a Idade Média.Ofícios mudéjares;
A cerâmica mudéjar;
A arte mudéjar aristocrática e civil;
A arte mudéjar popular e religiosa.
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